"Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você"
Tuesday, April 26, 2011
Tuesday, March 29, 2011
Not to fall asleep
Close your eyes; not to fall asleep.
still open doors hide mirrors deep
the soft consoling fingers exploring me
can't shut the burning black sunlight
through your lips secrets flow
to hold resurrection at bay
Plateado
En las olas
las estrellas y lunas
crescen y explotan
dejando saltar por el aire
sus suenos...
Sueltos a la deriva
van vagando
Vagando...
hasta a oidos secretos
para que sean bebidos
y por bocas intocables
en tu imaginacion
Renacer
2.
Já e' meia noite Já e' meia noite
Como uma Cinderela de carne e osso
Não saio dos teus braços de regoço
Giro e giro como se a sobrevoar
A rente verdade do tempo me agarrar
Não corro e deixo o ponteiro engasgar
Vitimas dos Ideias
Ambos vitimas dos ideiais
Demos as maos aos espiritos ancestrais
Sombras dos nossos primeiros beijos
E amamonos alem de nos mesmos
Demos as maos ao espiritos ancestrais
Fantasmas escarpando-nos as costas
Como quem dorme, como quem sonha
Uma manha inteira, uma vida a dois
Amamos bem mais do que eramos
Acendendo estrelas desaparecidas
Com o fogo de dimensoes desconhecidas
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Falling Out
Falling out of love with you
Oh what a pretty short story we had
Wake in the morning fast into
a new mood of hesitating skies
Will the sun shine through?
There's a red kiss mark.
My neck still remembers
Last night. Blur and Tide
Falling out of love with you
Oh what a magic deep fall we had
New Spirits inside this body
Planned dreams of their own
For my faltering eyes
There's a strange blue mark
My mind forsakes and loves
Last moons, times out of time
Falling out of love with you
Oh what a pretty short story we had
(hollowed out another lie)
Walk down
Oh baby come down to meet me
Tonight
To walk the streets of disenchantment
And see the starts that faded...
Pass by the memories silent still
Lingering for a new day,
Side by side, we,
Long known strangers.
Monday, March 14, 2011
Vanilla Sky
Porque não há nenhuma noite que nos espere
Porque tudo é apenas um sonho que se repete e reconstrói
que se repete e reconstrói
Constante armadilhagem de acordar para dentro do mesmo sonho
Cruel engenho de tudo se pervadir de novo em escuridão
Nunca se acorda nunca se acorda
Nunca se acorda
Nunca se acorda
Friday, March 04, 2011
Night comes and hides
the good and the bad,
the lovers and the thieves
all but shapes sounding
throughout darkness
like ghosts
unconceivable.
Alone somewhere
we murmur to
the shadows overstretched
and somehow
we are all together
kissing and killing
that which we cannot see...
(and secretly long to love...)
Tuesday, February 08, 2011
Friday, February 04, 2011
Bin-side
Meu peito de novo
Engelhado caiu
Como um poema
que se falhou
No chão
de um mau tiro
devagar vou-me
Abrindo ao céu
A tinta espalhada
seca desconhecida
Na face esborratada
da beleza que chorou
luz fraca
quem de novo
o meu peito
amachucou
Engelhado caiu
Como um poema
que se falhou
No chão
de um mau tiro
devagar vou-me
Abrindo ao céu
A tinta espalhada
seca desconhecida
Na face esborratada
da beleza que chorou
luz fraca
quem de novo
o meu peito
amachucou
Monday, January 31, 2011
Um dia...
Um dia disseste
“Talvez... um dia
nao precisemos de palavras
e tudo seja simples...”
E eu acreditei.
Estirei o corpo ao crepúsculo
e fiz a cama 'a esperança quieta
de uma solidão abrupta
Pouco a pouco
a noite viu-me dar voltas
e a cama discreta e devagar
a engelhar velhos sonhos
Pouco a pouco
o sol foi deixando de queimar
ao entranhar o não chegar
do dia da magia despontar
Pouco a pouco
foi-se desenhando no peito
o desacreditar das asas
desse amor por acordar
Um dia disseste...
E eu tentei proteger-me
de querer acreditar.
Ate' um dia
tu voltares.
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