Passa o tempo A vida esvoaça a lembrança do findável Que bonito ser mortal! Que intenso viver face ao futuro, ao vazio… E no entanto some-se o brilho do teu amar
Envelhece o tempo Esquece o cíclico O terminal só chega uma vez E enquanto te aproximas do destino Olha para fora Reflete a maravilha que te é exterior (Agora descansa, da ao céu o azular da tua alma Não penses mais no tempo que mirra o castanho do teu olhar)