Enquanto o meu mundo gira fora de órbita
Tolos de lápis de carvão gigantes
Perseguem rasgando-me a ponta dos olhos
Com os edifícios dos seus des-sentidos
Vão cobrir o horizonte
Encher o céu de cantos
converter as longitudes
a um dissabor de betão
Cruas e infertéis barreiras ao sonho
toldando o homem do Mundo
almofadas de cinza como cárceres
de nos chegar o sol inteiro
dum Novo Dia.
Wednesday, December 11, 2013
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