Tuesday, March 29, 2011

Not to fall asleep


Close your eyes; not to fall asleep.
still open doors hide mirrors deep

the soft consoling fingers exploring me
can't shut the burning black sunlight

through your lips secrets flow
to hold resurrection at bay

Plateado


En las olas
las estrellas y lunas
crescen y explotan
dejando saltar por el aire
sus suenos...

Sueltos a la deriva
van vagando

Vagando...
hasta a oidos secretos
para que sean bebidos
y por bocas intocables
en tu imaginacion
Renacer

2.

 Já e' meia noite Já e' meia noite
Como uma Cinderela de carne e osso
Não saio dos teus braços de regoço
Giro e giro como se a sobrevoar
A rente verdade do tempo me agarrar


Não corro e deixo o ponteiro engasgar

1.


A noite entre todos discreta
vai querendo caminhos
em que nao me tem
procura sentidos que eu calei

?


“Toda a gente se habitua a andar com ferros na boca”

Vitimas dos Ideias


Ambos vitimas dos ideiais
Demos as maos aos espiritos ancestrais
Sombras dos nossos primeiros beijos
E amamonos alem de nos mesmos

Demos as maos ao espiritos ancestrais
Fantasmas escarpando-nos as costas
Como quem dorme, como quem sonha
Uma manha inteira, uma vida a dois

Amamos bem mais do que eramos
Acendendo estrelas desaparecidas
Com o fogo de dimensoes desconhecidas

... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 

Falling Out


Falling out of love with you
Oh what a pretty short story we had

Wake in the morning fast into
a new mood of hesitating skies
Will the sun shine through?

There's a red kiss mark.
My neck still remembers
Last night. Blur and Tide

Falling out of love with you
Oh what a magic deep fall we had

New Spirits inside this body
Planned dreams of their own
For my faltering eyes

There's a strange blue mark
My mind forsakes and loves
Last moons, times out of time

Falling out of love with you
Oh what a pretty short story we had

(hollowed out another lie)

Walk down


Oh baby come down to meet me
Tonight
To walk the streets of disenchantment
And see the starts that faded...
Pass by the memories silent still
Lingering for a new day,

Side by side, we,
Long known strangers.

Old Rooms


Ghost alight and we are dead.
(Shadows run like spiders
in my head)

Monday, March 14, 2011

Vanilla Sky

Porque não há nenhuma noite que nos espere
Porque tudo é apenas um sonho que se repete e reconstrói
que se repete e reconstrói
Constante armadilhagem de acordar para dentro do mesmo sonho
Cruel engenho de tudo se pervadir de novo em escuridão
Nunca se acorda nunca se acorda
Nunca se acorda


(Antes de estoirar a espinha no chão.)

Friday, March 04, 2011

Night comes and hides
the good and the bad,
the lovers and the thieves
all but shapes sounding
throughout darkness
like ghosts
unconceivable.

Alone somewhere
we murmur to
the shadows overstretched
and somehow
we are all together
kissing and killing
that which we cannot see...

(and secretly long to love...)

Tuesday, February 08, 2011

(...)

"Não era por fome; era por carência" 

Friday, February 04, 2011

Bin-side

Meu peito de novo
Engelhado caiu
Como um poema
que se falhou


No chão 
de um mau tiro
devagar vou-me
Abrindo ao céu


A tinta espalhada
seca desconhecida


Na face esborratada
da beleza que chorou


luz fraca
quem de novo
o meu peito
amachucou

Monday, January 31, 2011

Um dia...

Um dia disseste
Talvez... um dia
nao precisemos de palavras
e tudo seja simples...”

E eu acreditei.

Estirei o corpo ao crepúsculo 
e fiz a cama 'a esperança quieta
de uma solidão abrupta

Pouco a pouco
a noite viu-me dar voltas
e a cama discreta e devagar
a engelhar velhos sonhos

Pouco a pouco
o sol foi deixando de queimar
ao entranhar o não chegar
do dia da magia despontar

Pouco a pouco
foi-se desenhando no peito
o desacreditar das asas
desse amor por acordar

Um dia disseste...
E eu tentei proteger-me
de querer acreditar.

Ate' um dia
tu voltares.

Sunday, January 30, 2011

.

Todas essas marcas que fizeste
ainda queimam
Por baixo da pele pintada
meses de sangue pisado

E ve^s no mundo tanta cor
(Em mim tanta sombra cinza)
Diz, por que me amas?

Para que me queres outra vez?

Com medo de mexer o que ficou
Estático no quarto dos corpos nus,
De por outra musica e outro cheiro

Sera' que quando se abrir uma janela
Tudo vai de novo desaparecer?

As marcas que me fizeste
queimam
Mas eu não as quero
deter