Uma lágrima lastimosa lavou minha mágoa
E foi esquecida (como eu) na leve sombra caiu
Desapercebida, todos olharam mas ninguém viu
Ninguem a compreendeu, ninguém a enxugou
Não houve melodia que cantasse o silêncio da solidão
Não houve quem me socorresse, quem me desse a mão
Nenhum poeta manchou um poema com este lamento
Ninguém há-de chorar pelas cinzas confiadas ao vento
Wednesday, May 17, 2006
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2 comments:
=)simplesmente adoro esta parte: "Nenhum poeta manchou um poema com este lamento
Ninguém há de chorar pelas cinzas confiadas ao vento"
ok, e assim o senhor antonio e um chato (no gozo) e chateou m tt k eu achei k devia vir escrever kualker coisa... ker fosse boa ou ma....odeio este poema (lol no gozo) estive a ler alguns e este e o k gostei mais. e simples,e bonito e prontos sei k ja foi dito m gosto particularment da parte "ninguém há de chorar pelas cinzas confiadas ao vento"
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